Essenciais para o sucesso da empresa, os indicadores de gestão de frota permitem um mapeamento detalhado dos processos, mensurando resultados e facilitando a identificação de padrões e dos gargalos que impactam a operação. São ferramentas que facilitam a tomada de decisões e a definição de estratégias que visam redução dos custos e aumento de desempenho, possibilitando melhor controle da operação e, consequentemente, agregando valor à empresa.
Além de ajudar no monitoramento e na identificação de mudanças e ajustes nos processos de gestão de frota, os indicadores possibilitam também fazer projeções de resultados. Alguns indicadores, como gastos com combustível, custo médio com manutenção do veículo, multas e sinistralidade fazem a diferença no trabalho de gestão de frotas. Confira abaixo 5 indicadores que ajudam a otimizar os processos com mais inteligência e eficiência.

1. Consumo de combustível

Um dos indicadores mais relevantes para uma empresa de gestão de frota, pois os gastos com combustível têm influência direta no orçamento e podem comprometer a rentabilidade do negócio. Esse tipo de indicador ajuda a enxergar as despesas que podem ser cortadas e até mesmo antecipar aquelas despesas imprevistas.
O indicador permite, por exemplo, analisar a média de quilometragem por litro e identificar motoristas que apresentam histórico de maior consumo de combustível  por quilometragem e, deste modo, oferecer treinamento ao profissional para aperfeiçoar a forma de condução do veículo. Possibilita ainda acompanhar a necessidade de manutenção do veículo, quando o consumo de combustível por quilômetro estiver muito elevado.

2. Custo de manutenção

Com esse indicador é possível monitorar a frequência de manutenções dos veículos, o motivo de determinado veículo ou modelo apresentar mais problemas técnicos, exigindo mais manutenção em relação aos demais.

O indicador permite ao gestor de frotas saber se o motivo da manutenção constante é o mau uso do veículo, a qualidade do combustível ou do óleo lubrificante e, com isso, prevenir e fazer os ajustes necessários nos problemas que podem ameaçar a eficiência da operação. É possível ainda acompanhar se o preço do serviço cobrado pelas oficinas está de acordo com o mercado.

3. Multas

A quantidade de multas recebida por determinado motorista é um sinal de comportamento inadequado ao volante, um problema que se não for devidamente resolvido pode trazer consequências mais graves no futuro, como acidentes. Além, é claro, de afetar a reputação da empresa. Daí a importância de ter um indicador que consiga captar os padrões de comportamento dos motoristas, identificando os mais imprudentes. Assim, a empresa pode intensificar os treinamentos e agir de forma pontual para resolver os problemas, colaborando para a redução de gastos com multas.

4. Sinistralidade

Batidas, acidentes e roubos, além de outras ocorrências que causam danos aos veículos são difíceis de prever, mas os riscos podem ser minimizados. É possível levantar as médias de acidentes por motorista e de roubos, parametrizando a informação por ano, modelo de veículo, local, horário e até pelo tipo de carga. De posse dessas informações, a empresa tem condições de mapear as causas da sinistralidade e adotar as soluções mais eficazes para reduzir o risco de sinistralidade e, consequentemente, os custos com essas ocorrências.

5. Média de capacidade utilizada

A eficiência da frota passa pelos processos de entrega, um indicador de desempenho que permite avaliar se a capacidade dos veículos está sendo bem utilizada, o que pode ser medido pelo peso da mercadoria e pela capacidade máxima permitida. Assim, a empresa tem condições de identificar oportunidades de melhorias, aperfeiçoando as rotas de entrega, o que vai se traduzir em maior eficiência, economia e durabilidade da frota.

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